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Proxy incluso ou separado: qual sai mais barato e qual some menos

Proxy incluso parece mais barato até você fazer a conta de GB por perfil por mês. Este artigo traz a fórmula aberta para calcular o seu custo real com 10, 30 e 100 perfis, com preços coletados em 12/08/2026, e mostra quando vale pagar por proxy separado — e quando ele só complica.

Proxy incluso parece a compra mais simples: uma fatura, um fornecedor, nada para configurar. E continua mais simples até o momento em que você divide os gigabytes inclusos pelo número de perfis que realmente roda. Aqui está a fórmula aberta, os preços coletados do mercado e o ponto em que o proxy separado deixa de ser trabalho extra e passa a ser a opção mais barata.

As duas formas de comprar proxy dentro de um anti-detect

Modelo um: a ferramenta te vende o navegador e uma cota mensal de tráfego no mesmo plano. Modelo dois: a ferramenta te vende o navegador e espera que você traga o seu proxy, comprado de um fornecedor especializado e configurado por perfil.

Os dois modelos existem entre as ferramentas cujas páginas de preço lemos em 12/08/2026. O Multilogin publica cota mensal explícita por plano. O GoLogin traz uma linha de proxy residencial sem quantidade ao lado, embora os dados de preço embutidos na própria página coloquem 2 GB em todo plano pago, sem dizer em que período. O Incogniton anuncia proxy embutido sem cota publicada. O Dolphin Anty lista suporte a protocolo de proxy — HTTP, SOCKS5, SOCKS4, SSH — que não é cota nenhuma, é a informação de que o navegador consegue usar um proxy que você fornece. Kameleo e AlterAntiX são "traga o seu" por projeto.

Primeira consequência prática: muitas vezes não dá para comparar fornecedor nesse eixo, porque a maioria não publica o número. Onde a quantidade não é informada, trate o pacote como valendo zero no seu orçamento até o suporte te dar um número por escrito.

Proxy incluso sai mais barato que proxy separado?

Sai mais barato em exatamente uma situação: quando o seu consumo mensal cabe dentro da cota. Fora dela não é desconto, é kit de partida — e no minuto em que você estoura já está comprando tráfego no mercado aberto de qualquer jeito, com a desvantagem adicional de agora ter dois fornecedores em vez de um.

Ou seja, a pergunta não é filosófica. É aritmética com uma incógnita: quantos gigabytes um perfil queima num mês. Todo o resto deste artigo é preço público.

Tem uma segunda pergunta escondida atrás da primeira, e é ela que decide os casos desconfortáveis: o que acontece quando você estoura. Um pacote que para de funcionar quando a cota acaba é um produto diferente de um que continua funcionando e cobra o excedente, que por sua vez é diferente de um que degrada em silêncio. As páginas de preço que lemos não respondem isso — é pergunta de suporte, e vale fazer antes de assinar, porque descobrir a resposta na última semana de campanha sai caro.

A fórmula: quanto de tráfego um perfil queima por mês

Ninguém consegue te entregar esse número, e quem publica um "gigabytes por perfil" com ar de autoridade sem dizer o que mediu está inventando. Tráfego depende da plataforma (painel de anúncio é pesado, retaguarda de marketplace é mais pesada ainda, webmail é leve), do tempo de sessão, de quanta mídia carrega e de você deixar ou não painel aberto consultando o servidor o dia inteiro.

O que dá para fazer é medir o seu, em uma semana, com três entradas:

  • Isole um perfil num proxy dedicado — que nenhum outro perfil use — para o painel do fornecedor atribuir o consumo só a ele.
  • Trabalhe uma semana normal. Nem leve, nem teste de estresse. O que você quer é amostra representativa, não melhor cenário.
  • Leia o consumo no painel do fornecedor no fim da semana e aplique a fórmula abaixo.

GB por perfil por mês = (GB consumidos na semana / 7) × 30

Depois escale: GB mensais totais = perfis × GB por perfil por mês e custo mensal de tráfego = GB mensais totais × preço por GB. Três multiplicações e uma divisão. O motivo de fazer isso em vez de chutar é que a resposta costuma cair uma ordem de grandeza longe do que as pessoas supõem — para os dois lados.

Confira a medição antes de confiar nela
Antes de acreditar no número, confirme que o perfil realmente saiu pelo proxy a semana inteira. Uma sessão que caiu para a sua conexão direta por dois dias vai marcar consumo baixo e envenenar toda conta feita depois. Rode a checagem de IP e proxy no começo e no fim da janela de teste.

O que cada pacote realmente dá, por perfil

Agora aplique a mesma divisão nas cotas publicadas. Essa é a tabela que muda a decisão, e até onde conseguimos ver ninguém publica — por motivos compreensíveis.

Plano (coletado em 12/08/2026)PerfisGB inclusos / mêsGB implícitos por perfilEm megabytes
Multilogin Pro 10101 GB0,100 GB100 MB
Multilogin Pro 50503 GB0,060 GB60 MB
Multilogin Pro 1001005 GB0,050 GB50 MB
Multilogin Business 30030010 GB0,033 GB34 MB
Multilogin Free5200 MB em cota única0,039 GB uma vez40 MB, uma vez
GoLogin Professional102 GB, período não informado0,200 GB200 MB
GoLogin Enterprise1.0002 GB — os mesmos 2 GB em todo plano pago0,002 GB2 MB
Incogniton (todos os pagos)10 a 500+Quantidade não informadaNão dá para calcularNão dá para calcular

Uma observação sobre as linhas do GoLogin, porque são as únicas aqui que não saíram da página visível. A tabela de preços mostra uma linha escrita "Gb resident proxy" sem quantidade nenhuma ao lado; os 2 GB vêm dos dados de preço embutidos na própria página, onde a mesma cota está pendurada em todo plano pago. A página não diz se esses 2 GB são mensais ou cota única, então trate os números por perfil como teto e pergunte ao suporte antes de contar com eles.

Leia a quarta coluna duas vezes. A cota por perfil encolhe conforme o plano cresce — de 100 MB para 34 MB no Multilogin, e de 200 MB para 2 MB no GoLogin, onde a cota não cresce nem um pouco. Isso não é crítica a fornecedor nenhum; é o que acontece quando o pacote de tráfego escala mais devagar que o número de perfis, que é o único jeito de manter plano com proxy incluso em pé. Mas diz exatamente para que serve o pacote: avaliar um perfil, não operar um. Trinta e quatro megabytes é um login, uma olhada e um logout.

Onde o proxy incluso ganha

Ele ganha de verdade em três formatos, e nenhum deles é raro.

  • Consumo muito baixo por perfil. Contas que você toca por semana e não por dia, em interface leve. Se o seu número medido cair abaixo da cota implícita, o pacote é tráfego de graça e você deve aceitar.
  • Você não quer um segundo fornecedor. Uma fatura, um canal de suporte, um contrato. Para time pequeno sem paciência de compras, isso vale dinheiro de verdade.
  • Você ainda não tem fornecedor. Comprar tráfego residencial bem exige saber o que se está comprando. O pacote elimina essa decisão no começo, o que é motivo legítimo para aceitar um preço unitário pior enquanto você aprende.

Onde o proxy separado ganha (e por que ele some menos)

Além do preço por gigabyte, a vantagem estrutural é que tráfego comprado à parte não precisa evaporar no fim do mês. A IPRoyal, por exemplo, diz na própria página de preços que o tráfego residencial não expira. Cota mensal dentro de plano de navegador faz o oposto: zera, e o que você não gastou virou pó.

Essa diferença importa muito mais do que parece para quem tem carga irregular — que é a maioria desse mercado. Mês parado seguido de mês de lançamento, sazonalidade, entrada de cliente novo, campanha que roda três semanas e para. Com cota que reseta, você paga demais nos meses fracos e estoura nos fortes. Com tráfego que não expira, compra uma vez na melhor faixa e vai consumindo.

  • Controle sobre o pool. Você escolhe fornecedor, país, se a sessão é fixa, e consegue mover um perfil só para outro fornecedor sem trocar de navegador.
  • Preço unitário melhor no volume. As escadas publicadas premiam compromisso: a Decodo sai de US$ 4,00/GB no avulso para US$ 2,75/GB em 100 GB, a maior faixa que ela publica. Pacote de navegador não tem alavanca equivalente.
  • Diagnóstico. Quando algo quebra, um fornecedor separado te dá log próprio, testador de IP próprio e suporte próprio, em vez de uma empresa só respondendo pelo navegador e pela rede.
  • Sem amarra na metade cara. Trocar de navegador já é chato. Trocar de navegador quando o tráfego está soldado na assinatura do navegador é pior.

Simulação com 10, 30 e 100 perfis

Preços coletados em 12/08/2026, e aqui está o que quase toda simulação erra: não existe uma tarifa por gigabyte única para multiplicar. Cada fornecedor publica uma escada, e a tarifa que vale para você é a da faixa que você compra. Por isso cada linha abaixo está precificada na faixa publicada correspondente ao volume dela, com a faixa nomeada na célula. A IPRoyal publica US$ 7,00/GB em 1 GB, US$ 5,95/GB em 2 GB e US$ 5,25/GB em 10 GB, e depois nada até um plano sob medida a US$ 1,75/GB que começa em 10 TB — motivo pelo qual esse piso anunciado não precifica nenhum destes cenários. A Decodo publica US$ 3,75/GB em 3 GB, US$ 3,50/GB em 10 GB, US$ 3,25/GB em 25 GB, US$ 3,00/GB em 50 GB e US$ 2,75/GB em 100 GB, a maior faixa publicada dela. Rodamos dois cenários de consumo porque o sentido inteiro da fórmula é que o seu número decide a resposta.

CenárioPerfisGB por mêsIPRoyal, na faixa publicadaDecodo, na faixa publicada
Leve — 0,5 GB por perfil105 GBUS$ 29,75 — faixa de 2 GB a US$ 5,95/GBUS$ 18,75 — faixa de 3 GB a US$ 3,75/GB
Leve — 0,5 GB por perfil3015 GBUS$ 78,75 — faixa de 10 GB a US$ 5,25/GBUS$ 52,50 — faixa de 10 GB a US$ 3,50/GB
Leve — 0,5 GB por perfil10050 GBUS$ 262,50 — faixa de 10 GB a US$ 5,25/GBUS$ 150,00 — faixa de 50 GB a US$ 3,00/GB
Operando — 2 GB por perfil1020 GBUS$ 105,00 — faixa de 10 GB a US$ 5,25/GBUS$ 70,00 — faixa de 10 GB a US$ 3,50/GB
Operando — 2 GB por perfil3060 GBUS$ 315,00 — faixa de 10 GB a US$ 5,25/GBUS$ 180,00 — faixa de 50 GB a US$ 3,00/GB
Operando — 2 GB por perfil100200 GBUS$ 1.050,00 — faixa de 10 GB a US$ 5,25/GBUS$ 550,00 — faixa de 100 GB a US$ 2,75/GB

Um detalhe dessa tabela merece frase própria, porque é onde o dinheiro se esconde. A escada publicada da IPRoyal para em 10 GB e só volta em 10 TB, então todo volume entre esses dois pontos é cobrado na tarifa de 10 GB — a linha de 200 GB paga os mesmos US$ 5,25/GB da linha de 15 GB. Desconto por volume que você não alcança não é desconto por volume. Peça a qualquer fornecedor a tarifa do seu volume por escrito, e orce com esse número, não com o da vitrine.

Agora ponha os pacotes ao lado. A maior cota publicada da nossa amostra é 10 GB por mês, num plano de US$ 89 que cobre 300 perfis. No cenário leve, esse pacote cobre vinte perfis e nem um a mais. No cenário de operação, cobre cinco. Todo o resto é comprado a preço de mercado, independentemente do plano que você assinou.

Coloque as duas metades da fatura lado a lado e a proporção vira a descoberta de verdade. Trinta perfis no cenário de operação significam algo entre US$ 180 e US$ 315 por mês de tráfego. A assinatura de navegador que cobre trinta perfis com folga fica entre US$ 20 e US$ 49 nas ferramentas que coletamos. Ou seja, numa operação normal a rede custa de quatro a dezesseis vezes o software, e o mercado gasta quase toda a energia de comparação na metade menor. Escolher navegador para economizar dez dólares ignorando uma conta de tráfego de trezentos é o erro de orçamento mais comum da categoria, e ele sobrevive porque só um desses dois números aparece em página de preço.

Duas armadilhas nas escadas de preço
Primeira: preço de proxy por faixa faz você comprar mais do que precisa com frequência — se você precisa de 15 GB e a escada oferece 10 ou 25, você paga 25 ou completa na tarifa avulsa, que é mais cara. Segunda: o preço "a partir de" é o piso de uma faixa, normalmente amarrado a volume ou a um pool específico — o US$ 1,75/GB da IPRoyal, por exemplo, é tarifa de plano sob medida que começa em 10 TB, quatro vezes mais tráfego que o cenário de operação com cem perfis acima. Orce com a tarifa que te cotaram, não com o número da vitrine.

Uma limitação honesta do exercício inteiro: preço por gigabyte não diz nada sobre qualidade por gigabyte. Dois pools residenciais com a mesma tarifa podem se comportar de formas completamente diferentes na mesma plataforma, e o mais barato não é automaticamente o pior nem o melhor. Qual tipo de proxy serve para qual operação é outra decisão, mapeada em proxy residencial, datacenter ou móvel.

Como o AlterAntiX lida com proxy próprio

A gente não vende tráfego, e vale dizer isso com todas as letras num artigo como este: não temos motivo comercial nenhum para te empurrar para um dos lados da comparação acima.

Os proxies ficam num gerenciador próprio dentro do app, separado dos perfis. Você cadastra um com nome, tipo (HTTP, HTTPS ou SOCKS5), host, porta, credencial opcional e país, e existe um botão de testar conexão que devolve o IP de saída e o tempo de resposta em milissegundos antes de você anexar aquilo a qualquer coisa. A lista mostra tipo, host e porta, país, tempo de resposta e uma coluna de status que marca o proxy como ativo, morto ou desconhecido, com ações em lote para testar tudo de uma vez e para limpar os mortos.

Dois comportamentos importam mais que a interface. Primeiro, uma checagem opcional antes do lançamento, que confirma que o proxy responde antes de o navegador abrir — assim proxy morto falha como mensagem, e não como uma sessão que saiu caladinha pela sua própria conexão. Segundo, o fingerprint do perfil é sincronizado com o país do proxy no lançamento, para que fuso e locale do perfil não contradigam o IP pelo qual ele vai aparecer: a falha de coerência mais comum em configuração "traga o seu proxy". Selecionar um proxy também mostra quais perfis estão presos a ele, que é como se pega o compartilhamento acidental que cria cruzamento entre contas.

O que conferir antes de assinar qualquer coisa
Meça um perfil por uma semana. Multiplique pelo seu número de perfis. Compare esse total com a cota que o plano publica — e se o plano não publicar cota, peça o número ao suporte por escrito antes de tratar aquilo como benefício. É um exercício de quinze minutos que muda com frequência qual plano é o mais barato.

Se você quiser fazer a medição num ambiente que mostra país do proxy, IP de saída e coerência de fingerprint no mesmo lugar, a build desktop é gratuita — baixe aqui, cadastre um proxy, anexe um perfil e deixe rodar uma semana normal. O número que sair dali vale mais que toda tabela de preço deste artigo, porque é o único que descreve a sua operação.

Leve isto daqui
  • Cota inclusa encolhe por perfil conforme o plano cresce: 100 MB com 10 perfis, 34 MB com 300, coletado em 12/08/2026.
  • Meça um perfil por uma semana e escale. Qualquer "GB por perfil" publicado sem método declarado foi inventado.
  • Tarifas residenciais de fato publicadas no mesmo dia: de US$ 2,75/GB em 100 GB (Decodo) a US$ 7,00/GB em 1 GB (IPRoyal). O US$ 1,75/GB de manchete só existe em plano sob medida da IPRoyal a partir de 10 TB.
  • Tráfego comprado à parte pode não expirar; cota inclusa zera todo mês, usada ou não.
  • Onde o fornecedor não informa a quantidade inclusa, considere zero até ter o número por escrito.

Perguntas frequentes

Quanto de tráfego um perfil consome por mês?

Não existe número universal, e quem te der um está chutando: depende da plataforma, do tempo de sessão e de quanta mídia carrega. O que dá para fazer é medir o seu. Rode uma semana normal com um perfil só apontado para um proxy dedicado, leia o consumo no painel do fornecedor, divida por sete e multiplique por trinta. Esse número é o seu, e é o único que serve para orçar.

O proxy incluso no plano é suficiente?

Pelas cotas coletadas em 12/08/2026, o Multilogin embute 1 GB no plano de 10 perfis, 3 GB no de 50, 5 GB no de 100 e 10 GB no de 300. Dividindo, isso dá 100 MB, 60 MB, 50 MB e 34 MB por perfil por mês. A cota por perfil diminui conforme o plano cresce — ela é dimensionada para avaliação, não para operação diária.

Proxy residencial custa quanto por GB?

Coletado em 12/08/2026, e o preço depende da faixa de volume: a IPRoyal publica US$ 7,00/GB em 1 GB, US$ 5,95/GB em 2 GB e US$ 5,25/GB em 10 GB, com tráfego que não expira — o "a partir de US$ 1,75/GB" que ela anuncia só existe em plano sob medida a partir de 10 TB. A Decodo publica US$ 4,00/GB no avulso, US$ 3,75/GB em 3 GB, US$ 3,50/GB em 10 GB, US$ 3,00/GB em 50 GB e US$ 2,75/GB em 100 GB, a maior faixa da página dela (não há faixa de 1.000 GB). A faixa realista para volumes de operação, portanto, é de US$ 2,75 a US$ 7,00 por GB.

Por que dizem que o proxy separado "some menos"?

Porque a cota inclusa no plano do navegador zera todo mês e não acumula, enquanto parte dos fornecedores de proxy vende tráfego que não expira — a IPRoyal diz isso na própria página. Quem tem consumo irregular, com mês parado e mês pesado, perde dinheiro na cota que reseta e não perde no tráfego que fica guardado.

O AlterAntiX vende proxy?

Não vendemos e não pretendemos. Você cadastra o seu proxy HTTP, HTTPS ou SOCKS5 por perfil, testa a conexão dentro do app e vê o IP e o tempo de resposta antes de abrir o navegador. A vantagem prática para quem lê este artigo é que não temos incentivo comercial nenhum em te empurrar para um lado desta comparação.

Compensa usar datacenter para economizar tráfego?

Datacenter costuma ser cobrado por IP, não por GB, o que muda a conta inteira e pode ser bem mais barato em volume. O preço, porém, não é o critério principal: o tipo de proxy certo depende do que a plataforma espera ver naquele tipo de conta. Escolher por preço e descobrir depois é o caminho caro.

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